Sempre a espera...
Eu preciso me tornar adulta, romanticamente falando. Preciso parar de acreditar que um dia eu vou viver um conto de fadas, e que tudo terá valido à pena. São tantas promessas, tantas palavras ao vento, tantos anos, tantos sonhos, tantas versões. Eu tinha 19, 23, 35 e agora 39, e a parte de mim que acredita no amor ainda está aqui, bem escondido no meu peito. Talvez eu tenha aprendido a viver de migalhas, porquê ninguém nunca se colocou por inteiro na minha vida.